O primeiro semestre fechou com menos negócios, mas cheques maiores no Brasil: 610 operações de M&A, queda de 35% em volume, mas alta de 22% em valor, para BRL 195 bi movimentados, segundo a KPMG.
Dentro dessa média, óleo e gás e imobiliário foram na contramão um do outro, e por razões opostas: seletividade lá, juros altos aqui.
Na curadoria da quinzena, o apetite estrangeiro voltou a aparecer com força, puxado por consolidações em energia, saúde e real estate.
Os highlights desta edição são:
- A suíça Mercuria Energy comprou a operação argentina da Raízen por cerca de BRL 7,2 bi (USD 1,42 bi), um ativo que a companhia brasileira soltou em meio à recuperação extrajudicial, reforçando o movimento de desalavancagem do setor.
- A Motiva vendeu participações em aeroportos por BRL 5,2 bi, reforçando caixa em um momento de reciclagem de portfólio na infraestrutura.
- A Eneva concluiu a venda da usina Pecém II para a Diamante Energia, com valor final que pode chegar a BRLm 897,4, seguindo a mesma lógica de desinvestimento que marcou o setor de energia na quinzena.
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Boa leitura.

Week Summary | De 24 de agosto até 7 de setembro, 2026
O apetite estrangeiro comandou a quinzena. Das 42 transações mapeadas pelo Teaser Brasil, ao menos 15 tiveram comprador de fora do Brasil, com Alemanha, Itália, Espanha, China, Estados Unidos, Canadá, México, Reino Unido e Emirados Árabes na ponta compradora. É a mesma seletividade internacional que discutimos no bloco de óleo e gás, só que aqui ela aparece como fôlego, não como retração.
Outbound seguiu ausente. Nenhuma operação do período teve claramente uma empresa brasileira comprando ativo fora, mantendo o fluxo cross-border concentrado no sentido de fora para dentro.
Já em valor, a concentração falou mais alto que o volume. Das operações com preço divulgado em reais, 13 tornaram o número público, somando BRL 7,42 bi. A venda de aeroportos da Motiva, sozinha, por BRL 5,19 bi, respondeu por quase 70% desse total, um lembrete de que infraestrutura segue puxando valor mesmo quando não lidera em número de deals.
Em quantidade, energia e tecnologia dividiram a liderança, com seis operações cada, seguidas de perto por saúde e real estate, com quatro cada. Os destaques ficaram por conta de consolidações em energia (Eneva, Diamante Energia, Energisa), saúde (Atlântica-Rede D’Or, Oncoclínicas, Elfa) e o já comentado caso HBR Realty-Helbor, um dos raros M&As clássicos do imobiliário nesta edição.
Brasil recua, mas dois setores remam contra a maré, por motivos opostos
Menos negócios, mais dinheiro. Foi assim que o Brasil fechou o primeiro semestre de 2026: 610 operações de M&A, uma queda de 35% frente às 938 do ano passado, mas BRL 195 bi movimentados, alta de 22% em valor, segundo a KPMG. Dentro dessa média nacional, dois setores foram na contramão um do outro.
Óleo e gás patinou. Foram 18 negócios entre janeiro e junho, ante 35 no mesmo período de 2025, uma queda de 48,6% em volume. Em valor, o tombo foi ainda maior: 42,85%, de BRL 35 bi para BRL 20 bi. Exploração e produção seguiu na liderança do setor, com 11 operações, mas até ali a atividade esfriou frente aos 16 negócios de um ano atrás.
Os destaques do semestre mostram o novo tom do setor. A Petrobras comprou a fatia compartilhada do Campo de Argonauta por BRL 1,4 bi, consolidando 100% da área. A suíça Mercuria Energy levou a operação argentina da Raízen por cerca de BRL 7,2 bi, um ativo que a Raízen soltou em meio à recuperação extrajudicial da companhia.
Para o sócio da KPMG Paulo Guilherme Coimbra, o dinheiro ficou mais seletivo: só ativos com fundamentos sólidos e geração de valor clara seguem atraindo interesse. Traduzindo, o comprador virou mais seletivo.
Do outro lado, o imobiliário cresceu. Foram 98 operações no semestre, alta de 17%, segundo a TTR Data. Mas o número pede um adendo: boa parte desse volume não é M&A clássico, é compra indireta de ativos via SPE.
Como resume Pablo Queiroz, sócio da área imobiliária do Demarest, ninguém comprou a Cyrela, a Log CP ou o Iguatemi, essas continuam de pé, controlando seus negócios normalmente. O que trocou de mãos foram as SPEs que detêm projetos pontuais dessas companhias, um shopping aqui, uma torre comercial ali.
Ainda assim, o crescimento é real. Tecnologia, puxada por data centers, e consumo, entre shoppings e e-commerce, lideram as transações. Os juros altos também empurram o movimento: incorporadoras buscam sócios financeiros para dividir risco e capital, já que financiar projeto sozinho ficou mais caro.
A lição do semestre é simples: falar em “queda de M&A no Brasil” esconde mais do que revela. Óleo e gás sofre com seletividade. O imobiliário se aproveita justamente do que sufoca outros setores, os juros altos. Duas faces da mesma moeda macroeconômica.
Rumores
- A Tigre, fabricante de canos e sistemas hidráulicos, pode estar á venda. Segundo fontes ouvidas pelo Bloomberg, a Advent contratou o Morgan Stanley para avaliar a venda da sua participação na fabricante brasileira. Ainda não há nada definido, e o private equity norte-americano ainda pode desistir de seguir em frente com a operação
- A Engie Brasil movimentou R$ 8,36 bilhões em distribuição primária de ações. O movimento faz parte dos esforços da companhia em levantar capital para aquisição de fatia da Jirau
- A MRV&Co assinou um memorando de entendimentos com a JiveMauá Real Estate para estruturar a venda de três empreendimentos da Luggo, no valor potencial de R$ 166 milhões
- A Mota-Engil está negociando a compra de 40% da Odebrecht Engenharia & Construção (OEC). As conversas estão avançadas, mas a construtora portuguesa ainda pretende concluir a integração de outros ativos antes de seguir para uma eventual assinatura. Ainda não há acordo fechado
- A rede alagoana de calçados Aby’s quer adquirir outra rede no Nordeste. O alvo não foi revelado, mas a compra pode acelerar a entrada da companhia em novos estados
- A Prudential colocou sua operação brasileira à venda e contratou o Morgan Stanley para conduzir o processo. A seguradora pede cerca de US$ 3 bilhões pelo negócio, embora a avaliação no mercado esteja mais próxima de US$ 2 bilhões. As conversas ainda estão em fase inicial e não há comprador definido
- A Mota-Engil continua perseguindo estratégias, agora com a possível compra da Bahia Mineração. O deal, que entra em rota final, envolve a mina Pedra de Ferro, a concessão da Fiol 1 e o Porto Sul, mas ainda depende da definição das condições da concessão ferroviária e da aprovação da ANTT
- As conversas em torno de uma possível entrada da Bain Capital e da Advent na Amil continuam no radar, embora a operadora afirme que não está formalmente à venda e avalia apenas a entrada de parceiros estratégicos. Mudanças regulatórias, atualmente em estudo para o setor de saúde suplementar, podem dificultar o avanço da operação
- GÖRG begleitet eröffnetes Insolvenzverfahren der SOWITEC-Gruppe – Investorenprozess gestartet
- Ambipar (AMBP3) suspende Assembleia Geral de Credores por decisão do STJ
- Apex recebe proposta de investidor de SP e sócios vão analisar
- Casas Bahia pede proteção contra corte de mais contratos essenciais e cita ameaça de fornecedores
- Minoritários da Toky acionam CVM, questionam possível OPA e conversão de debêntures
- Rota do Pequi vai a leilão na B3 em dezembro com BRL 4,3 bi em investimentos previstos
- Casas Bahia não consegue liberar BRLm 750 depositados em processos trabalhistas
- Chilli Beans nomeia novo VP enquanto negocia alongamento de dívidas com bancos
- Justiça decreta falência da Refit e de outras três empresas do grupo de Ricardo Magro
- CSN dispara com venda da CSN Cimentos no radar, em operação avaliada em até BRL 12 bi
- Eurochem é condenada em disputa com antigos controladores da Fertilizantes Heringer
- Electra propõe deságio menor para fornecedores que continuarem negociando com empresas em recuperação judicial
- Após bancos, V.tal recorre à Justiça contra decisão no processo de falência da Oi
- Grupo Ricoy tem falência decretada pela Justiça de São Paulo após recuperação judicial com passivo de BRLm 461
- Negociação pela Amil se aproxima do limite após meses de discussões entre compradores e vendedor
- Cade deve aprovar aquisição da CRDC pela B3 com restrições por concentração de mercado
- TNG diz que superou crise e pede fim da recuperação judicial após 5 anos
- TRX desiste de aquisição de portfólio de ativos da Cyrela avaliado em BRL 2,14 bi
- TRX e Cyrela reavaliam acordo de BRL 2,14 bi para venda de portfólio imobiliário
- Equatorial inicia processo de venda da Echoenergia, adquirida por BRL 10 bi em 2021
- Braskem dispara 19% após Petrobras ampliar crédito, mas ação da DPU traz novo risco à petroquímica
- Aeris obtém suspensão de execuções por 60 dias e ganha fôlego para evitar recuperação judicial
- Anserf instaura procedimento para avaliar venda da SAF do Vasco por BRL 3 bi
- BB nega ter debitado BRLm 422 da Casas Bahia em disputa judicial
- Casas Bahia pede devolução de BRLm 422 ao BB e tenta conter corrida de credores
- Debenturistas da Elfa reagem à venda da empresa por R$ 630 e questionam Pátria
- STF prorroga contrato do BRB com TJ-BA e assegura BRLm 394 mensais ao banco
- Governo desiste de barrar venda da Serra Verde e busca manter processamento de terras raras no Brasil
- Grêmio enfrenta restrições de gastos após pedir plano para quitar BRLm 16 em dívidas
- Grupo Gennius, dono do Habib’s, entra em recuperação judicial com dívida de BRLm 265,2
- HBR Realty recebe proposta da SPX RE por participação em quatro empreendimentos
- Justiça suspende leilões de sede e parque industrial da Refit por um ano
- MP contesta plano de recuperação do Pão de Açúcar e aponta risco a credores minoritários
- Oncoclínicas atualiza plano de recuperação extrajudicial em negociação com credores
- OSX pede recuperação judicial pelo mecanismo de cram down após aprovação de 95% dos créditos
- CVM aprova OPA de pelo menos BRL 6,5 bi da Oncoclínicas em meio a disputa entre Centaurus e Latache
- Disputa entre Centaurus e acionistas leva CVM a julgar OPA de BRL 6,5 bi da Oncoclínicas
- TJ-RJ julga recursos contra falência da Oi e mantém efeitos da decisão suspensos
- OSX aprova plano de recuperação judicial com 95,44% dos créditos da Classe III
- Prisma Capital avança em venda da Origem Energia após seis anos de investimento
- Bradesco nega compromisso formal para financiar aquisição da Amil por Advent e Bain Capital
- Braskem pede recuperação extrajudicial para reestruturar USD 10,9 bi; companhia tem 90 dias para obter apoio de mais de 50% dos credores
- Usiminas dispara com rumor de fechamento de capital pela Ternium
- Yduqs e Afya negociam possível combinação de negócios, ainda em estágio inicial
Regulatório
- O Cade aprovou a entrada indireta do Warrington Investment Pte, veículo de investimentos ligado ao fundo soberano de Singapura. A aprovação inclui a aquisição indireta de uma participação minoritária na empresa
- O Cade aprovou sem restrições a compra, pela Gerdau, da participação de 23,03% que a Copel detinha na Dona Francisca Energética (Dfesa), operadora da Usina Hidrelétrica Dona Francisca. O negócio movimenta R$ 150 milhões
- A consolidação de ativos da Rio Alto pelo BTG foi aprovada pelo Cade. São 100% das ações em três SPEs do grupo Rio Alto, em transferência que ocorrerá por meio de execução de garantias e faz parte da reestruturação financeira da empresa (atualmente em RJ)
- O OPA para aquisição do controle da Brava pela Ecopetrol vai acontecer. A CVM tornou sem efeito a suspensão que havia determinado á operação, e agora a Ecopetrol deve divulgar novo instrumento e novas datas para o leilão das ações. A empresa pretende adquirir cerca de 26% das ações da Brava por meio de compras em bolsa
- O Cade enviou um questionários de 21 perguntas para 65 empresas do setor de saúde, com o objetivo de entender o impacto da compra da Medley pela EMS. Entre as respostas, uma das que se destacaram pela contundência foi a da Cimed, que afirma enxergar “pejuízos á concorrência no setor farmacêutico com a fusão”
- A Light protocolou o encerramento do seu procecsso de recuperação judicial após levantar R$ 1,5 bilhões com a emissão de 238,4 milhões de novas ações
- O Cade aprovou a parceria entre SLB e Shearwater para atuação na Margem Equatorial. Segundo o órgão, a operação está restrita às atividades necessárias para o desenvolvimento da cooperação e não envolve aquisição de ativos ou combinação de negócios
- O Cade admitiu os recursos apresentados pela Abep e pela Petrobras contra a aprovação sem restrições da fusão entre Saipem e Subsea7. Para a relatora, as manifestações levantam preocupações concorrenciais concretas e podem levar à revisão da decisão
- O Cade aprovou sem restrições a compra de 100% da Takoda, negócio de data centers da Tivit, pelo fundo M.Transportation, gerido pela Monte Capital. A operação marca a entrada do investidor, que também participa do Aeroporto de Guarulhos, no mercado brasileiro de data centers
- O governo estuda elevar os limites de faturamento que obrigam empresas a notificar operações ao Cade. A proposta em discussão levaria os patamares de R$ 750 milhões e R$ 75 milhões para cerca de R$ 2 bilhões e R$ 200 milhões e poderia reduzir em até 40% o número de negócios sujeitos à análise prévia
- BTG Pactual obtém aval do Cade para assumir três SPEs de geração solar da Thopen
- CVM aprova fechamento de capital da T4F, que deixa de ter ações negociadas na B3
- GPA contesta posição do Ministério Público contra homologação de plano de recuperação extrajudicial
- Cade aprova aumento da participação minoritária do Itaú na Eneva
- Panco propõe aquisição da Nutrella após arremate de BRLm 4,7 em leilão
Job moves
- Felix Faber, após indicação da acionista Shell Brasil, é o novo vice-presidente do conselho de administração da Raízen
- A Rumo anunciou que Carvalho Brasi renunciou ao cargo estatutário de diretor vice-presidente de operações, segundo substituido por Angelo Kury Deves
- David Vélez agora faz parte do board da OpenAI. O movimento acontece quando a gigante de IA busca um IPO em Wall Street
- Ricardo Pacheco, ex-Itaú, assumiu como co-CEO da Smartbrain. O atual CEO e sócio-fundador, Henrique Spinosa, passa a migrar para desenvolvimento de novos produtos
- William Nozaki foi nomeado diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras. O executivo, que está na companhia desde 2024, assume o cargo em 1º de agosto
- A Nuvini nomeou Alexandre Caramaschi como Chief Strategy Officer. O executivo vem da Semantix, onde atuou como CMO por cerca de um ano e meio
- Benjamin deixa o comando da CSN; Schvartsman é o novo CEO
- Claudia Backes assume como Chief of Staff na Monkey
- Eduardo Kappel se torna sócio do Stephen Hood & Partners
- TrueFlow anuncia Augusto Galvão como novo CEO para liderar expansão em IA e TI
- MCA promove Anna Binotto a sócia da área de Concorrência e Antitruste
- BRQ nomeia nova VP de Recursos Humanos após passagem de Vanessa Togniolli pela Numen
- Qualicorp elege Eduardo Oliveira como novo CEO; Maurício Lopes assume presidência do conselho
- Smollan promove Fabio Cequinel e traz José Sammi de volta para reforçar liderança no Brasil e Latam
- Natura promove nova troca no comando com retorno de Alessandro Carlucci à posição de CEO
- Sofis nomeia ex-gerente executivo da TOTVS, Rafael Fraga da Silva, como novo CEO
- Márcio Augusto Vasconcelos Nunes é indicado para assumir presidência da Cemig
- Grupo Sony Music Entertainment anuncia Carolina Rabelo como Diretora de M&A
- Ricardo Godoy assume como CEO da MADMIX
- Scott Technology nomeia Jerson Nascimento Jr., executivo da JBS, para seu conselho
- Hot Beach Parks & Resorts nomeia Moisés Mouta como novo CEO
- Claudio Blatt assume como CEO da ELSYS e mantém presidência do Conselho para acelerar expansão e internacionalização
Captações
- A Jusfy levantou uma rodada Série A avaliada em US$ 15 milhões. O aporte foi liderado pela Quona Capital e contou com participação de fundos como Spectra Investiments, LegalTech Fund, FJ Labs, Maya Capital, e também marca o primeiro investimento da Thomson Reuters no Brasil através de seu braço de VC
- O BTLG11, fundo de tijolo do BTG Pactual, realizou a maior captação do segmento na história. Foram R$ 1,8 bilhão captados em duas tranches, fazendo o fundo atingir um valor de mercado de R$ 7,3 bilhões
- A Enter, startup paulista de IA aplicada a processos jurídicos, recebeu um aporte do fundo de venture capital da TIM, gerido pela Upload Ventures Growth. O valor do investimento não foi divulgado
- A ISA Energia confirmou um follow-on de até R$ 1,2 bilhão, com a oferta de 44,4 milhões de ações preferenciais a R$ 27 cada. O volume ficou quase duas vezes acima do inicialmente previsto e será usado para reforçar a estrutura de capital e financiar a expansão da companhia em transmissão
- Axia Energia (AXIA3) aprova captação de até BRL 3,5 bi em debêntures
- Cemig capta BRL 2 bi em debêntures, com BRL 1 bi destinado a projetos de infraestrutura sustentável
- MagaluPay estreia no mercado com emissão pública de BRLm 100 em letras financeiras
- Mobius Capital aposta em precatórios, recebíveis e ativos reais para captar BRL 1 bi
- Paranapanema subscreve 4 de 11 debêntures conversíveis em ações durante período de preferência
- SOMMA mira BRL 1 bi em patrimônio no Torino em meio à compressão dos spreads de crédito
- Viveo subscreve BRLm 630,3 em aumento de capital, equivalente a 72,47% do total ofertado
- Bull recebe aporte de BRLm 20 para investir em IA, dados e cibersegurança
- Doroth recebe BRLm 23 da Loccus, Finep e Fapesp para ampliar produção
- Gerdau amplia linha global de crédito em USDm 250 e chega a USD 1,125 bi
- JHSF capta BRLm 800 e concentra mais de 95% da dívida no mercado de capitais
- Benedini Fazendas e Iguana estruturam fundo de BRLm 100 para comprar terras no Uruguai
- Sharpi capta USDm 4 em rodada liderada por NXTP e OneVC para automatizar pedidos via WhatsApp com IA
- Bmg transfere direitos creditórios ao FIDC Consig Premium II após oferta de BRL 1,5 bi
- Tembici obtém BRLm 340 do BNDES para comprar 85 mil bicicletas elétricas
- EDP Espírito Santo capta BRLm 800 em debêntures, com BRLm 400 subscritos pela IFC
- FIDC da NX Boats chega a BRLm 100 captados após nova rodada de BRLm 50
- Multiplan conclui emissão de BRLm 300 em CRIs com rating máximo da S&P
- Pluggy levanta USDm 3,5 em Série A com DGF, Y Combinator e Brazil Venture Capital
- SaaSholic levanta USDm 30 no terceiro fundo e aumenta tickets para até USDm 1,5
- Sabesp capta BRLm 156,6 em 40ª emissão de debêntures para projetos de saneamento
- Senior Sistemas recebe BRLm 241,3do BNDES para desenvolver soluções com IA
- Parceiro Ventures investe BRLm 7,5 na PassHub em rodada pre-seed
- Boa Safra aprova financiamento de até BRLm 332,5 com a Finep para inovação e tecnologia
- Vert conclui emissão de BRLm 699,2 em debêntures ligadas ao setor de energia
- Primero capta BRLm 62 em rodada seed co-liderada por Kaszek e General Catalyst
- Sabesp lança BRLm 178 em debêntures para financiar investimentos em saneamento
- InDocs capta BRLk 600 e chega a valuation de BRLm 6 em rodada pela EqSeed
- Capitânia Yield Sênior capta BRLm 101,46 em primeira emissão de cotas, com assessoria de Demarest e Cescon Barrieu
- Eneva vende BRL 2,4 bi em debêntures, com BTG Pactual adquirindo metade da emissão
- EUA eleva para USDm 750 aporte em veículo para comprar produção da Serra Verde, de olho em terras raras
Joseph Kalim